Universidade Federal do Espírito Santo

Portal do Ementário

Informações Gerais
Disciplina:
LÍNGUAS INDÍGENAS ( PRO17436 )
Unidade:
Colegiado do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena
Tipo:
Obrigatória
Período Ideal no Curso:
2
Nota Mínima para Aprovação:
5.00
Carga Horária:
60
Número de Créditos:
3

Objetivos
Dialogar sobre a diversidade linguistica no Brasil; reflexão sobre gêneros verbais indígenas e concepções nativas de língua e linguagem; debates sobre curricularização das línguas indígenas; abordagem sobre políticas de registro e revitalização lingüística. Desenvolver atividades de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos históricos, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas.

Ementa
 Diversidade cultural e linguística dos povos indígenas no Brasil. Historia das línguas e políticas linguísticas. Estudos sobre as línguas de povos indígenas do Espírito Santo (Tupi e Guarani). Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa ao(s), extensão e contexto(s) histórico, social, político, cultural e educacional da(s) comunidade(s) indígena(s) envolvidas. Viabilização da participação de diferentes personalidades, em âmbito local, municipal, estadual e nacional, com vistas ao debate de temáticas inerentes à disciplina.Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos histórico, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas.

Bibliografia
MONTSERRAT, Ruth. Línguas indígenas no Brasil contemporâneo. In Grupioni, L.D. (org.). Índios no Brasil. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, 1992. pp.93-104.  TEIXEIRA, Raquel. “As línguas indígenas no Brasil”. In. Lopes da Silva & Grupioni (orgs.).A Temática Indígena na Escola. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995. pp.291-311.  URBAN, Greg. A história da cultura brasileira segundo as línguas nativas. In. Carneiro da Cunha, Manuela (org.). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. pp.87-102.  CALGARONETO, S.Extensão e universidade:a construção de transições paradigmáticas das realidades por meio das realidades sociais. Curitiba: Appris, 2016. GODOTTI, M. Extensão Universitária: Para quê?. Disponível em https://www.paulofreire.org/images/pdfs/Extens%C3%A3o_Universit%C3%A1ria_-_Moacir_Gadotti_fevereiro_2017.pdf

Bibliografia Complementar
FRANCHETTO, Bruna. A fala do chefe: Gêneros verbais entre os Kuikuru do Alto Xingu. Cadernos de Estudos Linguísticos 4 (2012).  FREIRE, José Ribamar Bessa. Território, Língua e Literatura Oral na Amazônia. Revista Habitus, Vol.7 m1/2, 2009 pp.99-123  MAHER, Terezinha Machado. Políticas linguísticas e políticas de identidade: Currículo sem fronteiras 10.1, 2010: 33-48 MELIÀ, Bartomeu. Palavras ditas e escutadas. Mana, v. 19, n. 1, p. 181-199, 2013.  NAVARRO, Eduardo de Almeida, Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. Editora Vozes, 1998.   SEKI, Lucy, ed. Lingüística indígena e educação na América Latina. Ed. da Univ. Estadual de Campinas UNICAMP, 1993. PONS, E. R. Extensão na educação superior brasileira: motivação para os currículos ou “curricularização” imperativa? São Paulo: Mackenzie, 2015.
Carregando...