Universidade Federal do Espírito Santo

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Informações Gerais
Disciplina:
POLÍTICA EDUCACIONAL E GESTÃO ESCOLAR INTERCULTURAL ( PRO17439 )
Unidade:
Colegiado do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena
Tipo:
Obrigatória
Período Ideal no Curso:
5
Nota Mínima para Aprovação:
5.00
Carga Horária:
45
Número de Créditos:
2

Objetivos
Possibilitar o diálogo, debate e conhecimento sobre a Educação Escolar Indígena, bem como seus avanços no campo da Antropologia brasileira; Valorizar o diálogo entre antropologia, educação, educação indígena e educação escolar indígena; Refletir sobre educação escolar indígena nas intersecções entre Universidades Secretarias de Educação e Escolas Indígenas. Desenvolver atividades de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos históricos, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas.

Ementa
Políticas e práticas linguísticas, mecanismos de manutenção, desenvolvimento e revitalização das línguas indígenas em contextos bilíngues e interculturais. Oralidade e escrita. Ensino das línguas na construção do currículo intercultural. Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa ao(s), extensão e contexto(s) histórico, social, político, cultural e educacional da(s) comunidade(s) indígena(s) envolvidas. Viabilização da participação de diferentes personalidades, em âmbito local, municipal, estadual e nacional, com vistas ao debate de temáticas inerentes à disciplina. Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos histórico, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas. 

Bibliografia
DA SILVA, Maria Socorro Pimentel. As línguas indígenas na escola: da desvalorização à revitalização.Signótica, v. 18, n. 2, 2007.  MONSERRAT, Ruth Maria Fonini. O que é ensino bilíngue: a metodologia da gramática contrastiva. Em aberto, Brasília, n.14, 1994.  SEKI, Lucy (Ed.). Linguística indígena e educação na América Latina. Ed. da Univ. Estadual de Campinas UNICAMP, 1993.  CALGARO NETO, S. Extensão e universidade: a construção de transições paradigmáticas das realidades por meio das realidades sociais. Curitiba: Appris, 2016.  GODOTTI, M. Extensão Universitária: Para quê?. Disponível em: https://www.paulofreire.org/images/pdfs/Extensão_Universitária_- _Moacir_Gadotti_fevereiro_2017.pdf 

Bibliografia Complementar
FRANCHETTO, Bruna. A fala do chefe: Gêneros verbais entre os Kuikuru do Alto Xingu. Cadernos de Estudos Linguísticos 4 (2012).  FREIRE, José Ribamar Bessa. Território, Língua e Literatura Oral na Amazônia. Revista Habitus, Vol. 7, n1/2, 2009 pp.99-123.  MACEDO, Silvia Lopes da Silva. Xamanizando a escrita: aspectos comunicativos da escrita ameríndia.Mana 15.2, 2009: 509-528.  MAHER, Terezinha Machado. Políticas linguísticas e políticas de identidade: currículo e representações de professores indígenas na Amazônia Ocidental Brasileira. Currículo sem fronteiras 10.1, 2010: 33-48.  NAVARRO, Eduardo de Almeida. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. Editora Vozes, 1998.  PONS, E. R. Extensão na educação superior brasileira: motivação para os currículos ou “curricularização”imperativa? São Paulo: Mackenzie, 2015.
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