Universidade Federal do Espírito Santo

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Informações Gerais
Disciplina:
TERRITÓRIOS INDÍGENAS E AUTOSSUSTENTAÇÃO ( PRO17438 )
Unidade:
Colegiado do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena
Tipo:
Obrigatória
Período Ideal no Curso:
4
Nota Mínima para Aprovação:
5.00
Carga Horária:
60
Número de Créditos:
3

Objetivos
Promover conteúdos e abordagens sobre as categorias de território, territorialidade e auto-sustentação com os povos indígenas tendo em vista os processos organizativos, defesa e promoção de direitos e de elaboração de projetos de gestão territorial. Desenvolver atividades de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos históricos, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas.

Ementa
Povos indígenas, concepções e práticas territoriais no Brasil, com ênfase nos povos Tupinikim e Guarani. Territórios, terras e novas territorialidades. Transformações no/do território, conflitos e lutas territoriais. Terras indígenas e unidades de conservação Experiências e perspectivas de autossustentação. Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa ao(s), extensão e contexto(s) histórico, social, político, cultural e educacional da(s) comunidade(s) indígena(s) envolvidas. Viabilização da participação de diferentes personalidades, em âmbito local, municipal, estadual e nacional, com vistas ao debate de temáticas inerentes à disciplina. Planejamento, sistematização e desenvolvimento de práticas de extensão, viabilizando a articulação de ensino, pesquisa e extensão aos processos histórico, social, político, cultural e educacional que perpassam a(s) comunidade(s) envolvidas.

Bibliografia
FREIRE, Carlos Augusto da Rocha et al. Relatório do GT 0783/94: Reestudo das Terras Indígenas Tupiniquim. Rio de Janeiro: s.ed., 1995.  GALLOIS, D. T. “Terras Ocupadas? Territórios? Territorialidades?” In: Terras indígenas e Unidades de Conservação da natureza, 2005, Editora: Instituto. Socioambiental, São Paulo. LADEIRA, Maria Inês. O caminhar sob a luz: o território Mbyá a beira do oceano. São Paulo: PUC, 1992.  CALGARO, NETO,S. Extensão e universidade: a construção de transições paradigmáticas das realidades por meio das realidades sociais. Curitiba: Appris, 2016. GODOTTI, M. Extensão Universitária: Para quê?. Disponível em https://www.paulofreire.org/images/pdfs/Extens%C3%A3o_Universit%C3%A1ria_- _Moacir_Gadotti_fevereiro_2017.pdf

Bibliografia Complementar
AGUIRRE NEIRA, Juan Carlos. Ocupação e gestão territorial de indígenas Mbya -guarani. Diss. UFSC, 2008.  LOUREIRO, Klítia. A instalação da empresa Aracruz Celulose S/A e a “moderna” ocupacao das terras indígenas Tupiniquim e Guarani Mbya. Revista Ágora 3 (2006): 1-32.  MORAES, João Marçal Bode de. De terra tradicional a território indígena: o processo de territorialização dos índios Tupiniquim de Aracruz. São Paulo: USP, 2002. 103 p.(Dissertação de Mestrado)  PRINTES, Rafaela Biehl. Gestão territorial e ambiental: contribuições de um emergente debate para a afirmação dos territórios sociais indígenas. Diss. UFRGS, 2012.  OLIVEIRA, João Pacheco de. Terras indígenas no Brasil. Boletim do Museu Nacional 44 (1983): 1-28.  PONS, E. R. Extensão na educação superior brasileira: motivação para os currículos ou “curricularização” imperativa? São Paulo: Mackenzie, 2015.
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